By: 7ª Série URI -SLG Angêlo - Bárbara - Bernardo -Carolina - Eduardo - Fernando - Géssica - Igor - Isadora - João Victor - Karen - Larissa Barragan - Larissa Brondani - Léo Pilecco - Léo Welter - Léo Medeiros - Lucas - Maria Júlia - Nicolli - Pedro - Rafael - Samantha - Samille e Profª Mariza

Síria - Larissa Brondani, Isadora e Larissa Barragan

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O nome Síria, antigamente compreendia toda a região do Levante, enquanto atualmente abrange os locais de antigos reinos e impérios, incluindo as civilizações de Ebla do III milênio aC. Na era Islamica, sua capital, Damasco, foi a capital do Império Omíada e a capital provincial do Império Mameluco. Damasco é largamente reconhecida como uma das cidades mais antigas continuadamente habitadas do mundo. A Síria de hoje foi criada como mandato francês e obteve sua independência em Abril de 1946, como uma república parlamentar. O pós-independência foi instável, e um grande número de golpes militares e tentativas de golpe sacudiram o país no período entre 1949-1970. Síria esteve sob Estado de sítio desde 1962, que efetivamente suspendeu a maioria das proteções constitucionais aos cidadãos. O país vem sendo governado pelo Partido Baath desde 1963, embora o poder atual esteja concentrado na presidência e um pequeno grupo de políticos e militares autoritários. O atual presidente da Síria é Bashar al-Assad, filho de Hafez al-Assad, que governou de 1970 até sua morte em 2000. Síria tem uma grande participação regional, particularmente através do seu papel central no conflito árabe com Israel, que desde 1967 ocupou as Colinas de Golã, e pelo envolvimento ativo nos assuntos libaneses e palestinos.
A Síria é um país limitado, ao norte, pela Turquia, a leste e ao sul, pelo Iraque, ao sul, pela Jordânia e, a oeste, por Israel, pelo Líbano e pelo Mar Mediterrâneo, por meio do qual se aproxima de Chipre. A sua capital é Damasco.
Diferentemente dos demais países do Oriente Médio, na Síria, o governo está dissociado da religião, fato que é criticado por muitas por muitos muçulmanos, sobretudo os mais radicais. Há, no país, constantes distúrbios entre a população cristã e a muçulmana.

Independência :
 
O país conseguiu a independência em 1946. Em 1948, entrou em guerra com Israel, saindo desta perdedora. Sofreu ainda numerosos golpes militares. Em 1958, uniu-se ao Egito para formar a República Árabe Unida (R.A.U.), da qual se separou depois do levantamento militar de 28 de setembro de 1961, convertendo-se em República Síria e, depois da tomada de poder em 1963 pelo Partido Baath, socialista e nacionalista, que empreendeu uma série de profundas reformas sociais e econômicas, ficando constituída como República Popular da Síria em 1964.
O IDH da Síria é de 0,742, considerado médio.


Moeda da Síria:

Capital: Damasco


Turismo e Política na Arábia Saudita - Eduardo, Pedro, Léo Pilecco e Léo Welter

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Turismo:

O turismo é hoje na Arábia Saudita um negócio com grande dimensão e relevância. As viagens ao Reino Saudita não se limitam à visita dos locais sagrados, cada vez mais pessoas procuram conhecer as belezas naturais do país. A aposta no turismo de qualidade, com infra-estruturas e profissionais bem preparados, tem permitido aumentar o numero de visitantes.
As três categorias principais do turismo no Reino são: a Peregrinação a Meca, as viagens de negócios e o turismo de recreio.
O turismo de recreio tem vindo aumentar de proporções, fazendo os investimentos nesta categoria multiplicarem-se. Na costa do Mar Vermelho está em construção uma estância balnear que engloba um complexo residencial de 600 habitações, que inclui um campo de golfe, uma pista de corridas, 44.000 m2 de lojas, uma marina com 320 pontos de atração, um parque temático e um parque aquático.

A Arábia Saudita é uma monarquia absoluta, de forma que o rei não é apenas o chefe do estado mas também do governo. A lei básica adotada em 1992 declarou que Arábia Saudita é uma monarquia governada pelos filhos e pelos netos do rei Abd Al Aziz Al Saud

Política:
O país tem mostrado um profundo desprezo pelos direitos humanos. Porém, devido à pressões internacionais vem diminuindo o rigor do seu regime absoluto . Em 2005 foram convocadas as primeiras eleições municipais daquele país, eleições transtornadas, é verdade, mas foi um grande passo para um país de tradição tão rígida.
Apesar de seu regime absolutista a Arábia Saudita é o principal aliado muçulmano dos EUA na região.
Legislativo: não há.
Partidos políticos: não há.
Constituição em vigor: não há — o rei governa de acordo com a Sharia, a "lei sagrada" do islamismo.
Organizações: Banco Mundial, FMI, ONU, Opep.

O IDH da Arábia Saudita é 0,843 considerado elevado. A Arábia Saudita está no 74º lugar no ranking de IDH.



Economia da Índia - Eduardo, Pedro , Léo Pilecco e Léo Welter

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Segundo o Banco Mundial, a Índia é a 10ª economia mundial. Sua economia reflete em uma atividade industrial expressiva.

Os principais produtos cultivados são: chá, algodão, trigo, juta, arroz, tabaco, milho e cana-de-açúcar.
Existem grandes áreas com monoculturas voltadas para a exportação. São as plantations, cultivadas desde a época em que os ingleses colonizaram essa região. A Índia tem o segundo maior rebanho bovino do mundo, perdendo apenas para o Brasil.
Com um PIB de 785 bilhões de dólares, entretanto, devido à grande população, a renda per capita é consideravelmente baixa: em 2005, o FMI classificou a Índia na 135ª posição em termos de renda per capita, dentre 182 países e territórios. Cerca de 60% da população dependem diretamente da agricultura. A indústria e os serviços têm se desenvolvido rapidamente e respondem por 25 e 51% do PIB, respectivamente, enquanto que a agricultura contribui com cerca de 25,%. Mais de 25% da população vivem abaixo da linha de pobreza, apesar da existência de uma classe média grande e crescente de 300 milhões de pessoas.
A Índia registrou forte crescimento econômico após 1991, quando seu governo abandonou  políticas socialistas e deu início a um processo de liberalização da economia, que envolveu o incentivo ao investimento estrangeiro, a redução de barreiras tarifárias à importação, a modernização do setor financeiro e ajustes nas políticas fiscais e monetárias. Como resultados, colheu uma inflação mais baixa, crescimento econômico mais elevado (média de 5 por cento anual) e redução do déficit comercial. O desenvolvimento econômico indiano é freado, porém, por uma infraestrutura insuficiente, uma burocracia pesada, altas taxas de juros e uma "dívida social" elevada.
A Índia também é a maior produtora de softwares do Mundo, possuindo uma grande produção de todo esse mercado.

O IDH da Ìndia é 0,619 e é considerado médio. A Índia está no 127º lugar no ranking de IDH.

Economia da Arábia Saudita - Eduardo, Pedro, Léo Pilecco e Léo Welter

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A economia da Arábia Saudita é baseada na extração do petróleo com um forte controle governamental sobre as principais atividades econômicas. A Arábia Saudita é o país do mundo com as maiores reservas de petróleo já descoberto (24% do total), é o maior exportador de petróleo do mundo e tem papel de liderança na OPEP(Organização dos Países Exportadores de Petróleo). O sector petrolífero é responsável por cerca de 75% das receitas orçamentais.
A Arábia Saudita foi um país-chave no bem-sucedido esforço dos países da OPEP e de outros países produtores de petróleo para subir o preço do petróleo em 1999.
 O governo anunciou, em 1999, planos para começar a privatizar as companhias de eletricidade, o que se seguiu à privatização da empresa de telecomunicações. A estratégia do governo é apelar ao crescimento do sector privado a fim de diminuir a dependência do reino ao petróleo e de aumentar as oportunidades de emprego para a crescente população saudita. A escassez de água e o rápido crescimento populacional limitam os esforços governamentais para aumentar a auto-suficiência em produtos agrícolas.
Nos últimos anos, a Arábia Saudita experimentou uma diminuição significativa das receitas petrolíferas o que, combinado com a elevada taxa de crescimento populacional, fez com que o rendimento per capita tivesse caído.
O país é o 28º no ranking de competitividade do Fórum Econômico Mundial.